Firefox 4 deverá ser mais rápido e amigável
O Firefox 4 será muito mais rápido que a versão atual, de acordo com os desenvolvedores da Fundação Mozilla. Segundo eles, um maior controle por parte do usuário e o uso de tecnologias abertas padrão serão grandes destaques do mais recente navegador.
A Fundação Mozzila, informa o site Tech.Blorge, promete também que o Firefox 4 terá um tema muito mais minimalista, e vai ter o menor número de botões possível em sua interface, de forma a torná-la mais ampla e clean. A mudança faz sentido: seus concorrentes diretos, o Safari da Apple e o Google Chrome, renderizam as páginas HTML e interpretam código JavaScript de forma muito rápida.
Outra novidade, com foco nos desenvolvedores, será a expansão e melhora do suporte do navegador a HTML 5 e CSS3, que permitirão uma formatação mais rica e com mais opções, bem como a implementação de SMIL e CSS Transitions para animações, além da inclusão de poderosas ferramentas para os desenvolvedores, que irão auxiliar na hora do debugging e da análise das páginas.
No quesito rapidez, o Firefox 4 irá contar com uma nova e rápida engine de Javascript, a JägerMonkey, que combina a atual em engine TraceMonkey com a NitroAssembler, da Apple, que é utilizada no Safari, explica o site Ars Technica.
A data de lançamento do Firefox 4 Beta, apesar de ainda incerta, deve ocorrer por volta do final de junho, seguida por uma versão RC em meados de outubro. A versão final no navegador deve ser liberada antes das festas de fim de ano.
Novo Ubuntu Light tem inicialização em apenas sete segundos
O Ubuntu será mais rápido, mas não permitirá que sejam instalados ou removidos programas
Foto: Geek
A Canonical apresentou nesta segunda-feira um preview do Ubuntu Light, nova versão de sua distribuição Linux que será embutida em desktops e notebooks de diversos fabricantes. Projetado como um concorrente de sistemas como o SplashTop, da DeviceVM, o Ubuntu Light terá como principais características uma nova interface otimizada para as telas de baixa resolução dos netbooks e tempo de boot reduzido, estimado em apenas sete segundos.
A interface, batizada de Unity Shell, usa uma barra de ícones na lateral esquerda da tela, com atalhos para aplicativos já instalados e programas abertos. A barra de menus dos programas será unificada e exibida no topo da tela, como no Mac OS, e os ícones de controle das janelas (fechar/maximizar/minimizar) poderão ser acompanhados por indicadores como controles de volume e de sinal Wi-Fi.
De acordo com o site Liliputing, uma das principais características do Ubuntu Light será a incapacidade de instalar ou remover novos programas. O sistema não será apresentado como um substituto do Windows, mas sim como um complemento, oferecendo aos usuários uma forma rápida de acessar a internet e e-mail sem ter de esperar o sistema operacional de Redmond carregar.
O Ubuntu Light, que estará disponível apenas aos fabricantes de equipamentos, não deve ser confundido como o Ubuntu Netbook Remix, que continua sendo uma versão "completa" do Ubuntu, mas utilizará a mesma interface Unity otimizada. Segundo Mark Shuttleworth, o Ubuntu Light já está disponível aos OEMs a partir de hoje. Já a interface Unity será integrada ao Ubuntu Netbook Remix a partir da próxima versão do Ubuntu, a 10.10, prevista para Outubro deste ano.
Brasil é o 5º país em prejuízo com pirataria de software
O prejuízo que o Brasil teve com pirataria de software mais que dobrou em 2009 e o país já é o quinto no ranking dos países com as maiores perdas em valor monetário provocadas pelo uso de programas de computador piratas, segundo o relatório anual da Business Software Alliance (BSA), divulgado nesta terça-feira.
Segundo a organização baseada em Cingapura, o valor do software pirateado no Brasil em 2009 - US$ 2,25 bi (cerca de R$ 4 bi, mais que o dobro do que o prejuízo estimado no relatório do ano passado, de R$ 1,645 bilhão) - fica abaixo apenas de Estados Unidos (US$ 8,39 bi), China (US$ 7,58 bi), Rússia (US$ 2,61 bi) e França (US$ 2,54 bi).
Em todo o mundo, a BSA calcula que o prejuízo à indústria mundial de software tenha batido US$ 50 bilhões no ano passado. No Brasil, 56% dos programas utilizados não teriam a licença necessária, acima da média mundial de 43%. Em 2008, o índice no Brasil foi de 58%.
O país com maior taxa de uso de uso de programas pirateados segundo o relatório é a Geórgia, com 95%. Em seguida, vêm Zimbábue, Bangladesh, Moldova e Armênia. O Brasil não figura entre os 30 países com maior taxa de uso de software pirata.
Em todo o mundo, foi registrado um aumento de 2% nos níveis de uso de software ilegal em comparação com 2008, mas a organização calcula que isso se deva principalmente ao crescimento do mercado de computadores na China, na Índia e no Brasil.
Em 2009, os três mercados emergentes representaram 86% do crescimento da venda de computadores. "Este aumento de penetração significa que mesmo se a pirataria caísse me todas as economias com alta pirataria, o aumento da fatia do mercado dos computadores no Brasil, na Índia e na China empurraria a média para cima", diz o documento da BSA.
O número de computadores pessoais vendidos no mundo em 2009 cresceu 8,4 milhões de unidades em comparação com o ano anterior. Destas, 7,3 milhões foram vendidas na China, no Brasil e na Índia.
No entanto, o relatório também destaca o impacto da crise econômica mundial sobre o mercado de computadores, que teria caído 3% em relação a 2008. Isso também teria contribuído para a queda da pirataria em 54 dos 111 países avaliados; em 38, ela se manteve estável, e em 19, cresceu.


















































































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